04 fevereiro 2008


"I was an accomplished practitioner of delayed gratification.
Hugh once said people who could delay gratification were highly mature. I could put off happiness for days, months, years. That's how 'mature' I was.
I learned it from eating Tootsie Roll Pops as a child. Mike would crunch through the candy shell immediately to get to the chocolate in the middle, while I licked and licked, wearing it down in an agonizingly slow process."

in The Mermaid Chair, Sue Monk Kidd


Quem diz Tootsie Roll Pops diz outra coisa qualquer; na minha perspectiva, sempre algo sem chocolate, claro. But, yup, that's me. Sem sombra de dúvida. :)

31 janeiro 2008

Nada Surf - See These Bones


Ouvia dizer quando era miúda que "o tempo cura tudo". Achei sempre que isso era só conversa, mas, com o passar dos anos, começo a achar que não. O problema do tempo é que não o podemos realmente controlar. Claro que podemos ter agendas, marcar coisas para cada cinco minutos e tudo isso, mas, no fundo, bem lá no fundo, não o controlamos. E porquê? Porque existem imensas coisas que não dependem unica e exclusivamente de nós. E é uma chatice.

Nestes últimos tempos tenho visto, ouvido e vivido um pouco de tudo. E embora não me sinta "curada" por nada do que o tempo me tenha feito, noto algumas mudanças que, embora ligeiras, são estupidamente atenuantes.

Sinto-me tentada a fazer listas de tudo e de todos. Listas das coisas que já fiz, das que gostava de fazer e das que não tenho bem a certeza. Listas das pessoas com quem realmente me importo, das que já não fazem parte da minha vida e daquelas que vão e vêm, só porque acham que podem. Listas de coisas.
Acho que a ideia é a de que, ao fazer as listas, estou a organizar ainda mais a minha vida. Não é que ela esteja assim tão desorganizada, mas este complexo de Monica Geller é uma coisa que não me larga. Nunca uma personagem fictícia me assentou tão bem. :)

E pronto, nos entretantos e nos imediatos, cá estou. Afectada por este tempo doido, que traz o calor primaveril de tarde e o frio normal de Inverno pela noite. Tento dia após dia domar as minhas crianças, mas não sei se terei sucesso. O Castelhano melhora a olhos vistos, graças a umas ajudas assim por fora. Preciso de ter mais trabalho. Alguém a precisar dos meus serviços? Não? Ah, e já agora, estou farta da capa deste livro aqui na página do blog, mas, a verdade verdadinha, é que ainda não o acabei de ler. Que desmazelo.

(Re)apaixonei-me por Nada Surf. Tudo culpa desta música. (L)

I don't like to call or write
Except when is too late at night and
I am mostly just thinking in the dark.

19 janeiro 2008

Voxtrot, Every Day


Não sei porque não tenho vontade de escrever. Na verdade, também é "falta de tempo", mas, no fundo, é mesmo uma preguiça. Mas daquelas preguiças que não têm solução.

E depois é esta coisa de ter de me justificar. Que não tenho, mas acho sempre que sim. E não tive resoluções de Ano Novo. Sinto-me como um Ben Gibbard, mas sem o mínimo talento. É estranho.

Mas estou bem, tão bem. E isso não consigo descrever. Há coisas que já não sei partilhar. E temo, mais do que tudo, que não interessem minimamente aos demais. Coisas.


There is no easy way when I
Crane my neck to kiss your head, I know
That there is something that I can rely on
And when I strain my thoughts to push this thread I sew
It's some kind of future that I can be sure of.

03 dezembro 2007


Vamos por partes; um mês é imenso tempo.
Este mês? Ui, pareceu dois (ou três).

Tenho de me sentar com o Tico e com o Teco; temos de ter uma conversa séria. Só nós os três, sem mais ninguém a opinar ou a interferir. A vida tem destas coisas. Às vezes, temos mesmo de parar, ouvir e aprender. E, quem sabe, assimilar também. :)

02 novembro 2007

Band of Horses - Is There a Ghost?


Quando queremos muito uma coisa e o tempo parece que não passa.
Quando contamos com um projecto e depois nada corre como planeámos.
Quando confiamos no bom senso de alguém e acabamos por nos desiludir.
Quando nos é dada uma outra oportunidade e nem sabemos como agir.
Quando a nossa imaginação nos dá a volta ao juízo, mas não nos importamos.
Quando o riso é desculpa para o que quer que seja.
Quando os bons amigos nunca, mas nunca nos falham.
Quando a música pode, aqui e agora, dizer tudo.

There is no such thing as perfection, mas há sempre aquelas coisas que podem ser mesmo muito boas.

Tu sabe-lo e eu também. Just wait and see. :)

29 outubro 2007


Razões que me mostram que os anos passam:*


1.º - No outro dia, eu e a mãe assistirmos, incrédulas, a uma conversa entre o pai e o mano sobre GILETES! O_o
2.º - Alguém me perguntar, com alguma desconfiança, se ainda posso ter Cartão Jovem;
3.º - Quando sou eu que, aos domingos de manhã, ofereço boleia.

Damn. Humpf.

*ou isso, ou que estou mesmo a ficar (mais) velha. Bah.

26 outubro 2007

The Perishers - Come Out of the Shade


É um estado de plenitude. :)

É, a sério. É o ir para a cama a sorrir e acordar ainda mais bem disposta. Saber que, por pior que seja o tipo de projecto, vou dar a volta por cima da melhor maneira e vou poder respirar de alívio quando o e-mail seguir. Mas não é só isso. É mesmo o facto de tudo parecer ter o seu lugar agora. De um momento para o outro, certas coisas deixaram de pesar, de fazer sombra. E sorrio, sorrio. :)

Continuo a ouvir-te e a deixar que me digas todos os sítios onde te dói. O porquê, o onde, o como e o quando. Nada disso deixou de estar comigo, mas agora consigo discernir onde acaba o teu problema e onde começa o meu. E eu sei, é estranho. Mas está a acontecer e não posso, nem quero, mudar esta maneira de encarar as coisas. Não aprendi em lado nenhum, não andei a ver se mudava de atitude. Aconteceu.

Assim como aconteceu tudo à minha volta parecer mais cor-de-rosinha. Os meus pais deitarem corações todo o dia e a boa disposição com o mano ser uma constante. Começo seriamente a acreditar que ninguém ri tanto como nós cá em casa, por tantas horas do dia, pelas mais variadas razões. E upa upa, é quase Natal. Bolos, primos giríssimos e crescidos em volta da mesa a dizer parvoíces. (L)

E o Outono já chegou. E não foi um Outono qualquer, foi um daqueles como eu gosto. Com o vento fresquinho a bater na cara, ao mesmo tempo que o sol aquece as bochechas. :) E sorrio, sorrio.

A sério, se não fosse cá por coisas, dizia mesmo que ando "feliz". :)

23 outubro 2007


"You look like the songs that I've heard my whole life coming true."

:)

18 outubro 2007

Rosie Thomas - All My Life


O filme de hoje lembrou-me de ti.

Não pela história em si, mas pelo tipo de percurso mental que se faz quando se vê um filme francês, daqueles do cinema dito independente. Acho que terias gostado, tal foi a loucura de cenário parisiense. :D

Tinha lá o Adam Goldberg, que pode ser o homem que menos me atrai no mundo, mas que não deixa de ser um actor que sabe o que faz e que me fez rir o filme quase todo. Tinha lá aquela miúda francesa que entrou naqueles filmes de que gostas muito, os do amanhecer e do anoitecer. :P E ainda tinha o miúdo do Goodbye Lenin! (que vai-se a ver e nasceu em Barcelona), com ar de psicopata.

Aliás, foi mesmo a Julie Deply que realizou e escreveu o argumento deste filme, portanto podes deduzir o que te esperava.
O que importa aqui é que tenho saudades tuas. Saudades do cinema bem partilhado, dos crepes com gelado + banana, das conversas de tudo e nada no Super S., à espera do bus e a morrermos de sono, das longas horas de telefone só de coscuvilhice parva, dos serões a ver séries (e eu a dormir já), das saídas no Bairro e dos abracinhos no fim de um dia bera.
Falta muito para Janeiro, gorda? :P

E sim, pronto... o "I've been waiting for you to come" pode ser para ti.
Só hoje. :)


P.S. - Nos entretantos, haja P. fofinhos para rirem connosco no cinema e dizerem as coisas mais parvas deste mundo. Aqueles tontos mais-do-que-tudo. (L)

The Cinematic Orchestra ft. Patrick Watson - To Build a Home


Quanto mais tempo passa sobre uma coisa, menos nos conseguimos distanciar do que teve realmente impacto. Quanto mais pensamos sobre isso, menos vontade temos de partilhar, tal é o medo de que algo se perca.


Não esperava nada do que se passou. Mas não sonhei nada, não foi fruto da minha imaginação.

Não sou muito tímida; pelo menos, nunca me foi apontado nada que me fizesse crer o contrário. Sou embirrante, isso sim. Não é toda a gente que me arranca um sorriso sincero, que me faz dar atenção ao que é dito. E, ao contrário do que se diz por aí, eu até custo a deixar que as pessoas façam mesmo parte da minha vida.



Portanto, não sei explicar o que aconteceu. Não sei exactamente dizer como não me senti deslocada. Como nada do que se dizia ou fazia me parecia perfeitamente descabido e fora do contexto do que tenho para mim como divertimento.



Sim, claro que há diferenças. Almoça-se a meio da tarde e janta-se quase à hora de dormir. Fala-se uma língua com uns e outra com outros. Defende-se a terra com unhas e dentes e não se dá sequer espaço ao que não faz parte daquilo em que acreditamos, com medo de que nos tirem o que agora já nosso. Não existe "se faz favor", "com licença" e "obrigado". E quando os há, ouvem-se mal. As ruas desenham-se todas pelo mesmo traço. A cor das fachadas não destoa. Os passeios estão limpos e o verde abunda. Não acompanhamos o mesmo ritmo. O metro chega sempre do lado contrário. O cão até ladra noutra onomatopeia.

Há uma luz diferente.
Há pessoas que se descobrem e que não nos são estranhas.
Há abraços que se dão, que contam mesmo.

Não sei. Não consigo dizer como foi; de tão bom.
Português, Catalão, Inglês, Castelhano e até um pouco de Italiano. A comunicação nem sempre parecia correcta, mas surgia sempre da maneira mais fácil. E todos nos entendemos.



É um mundo, é uma vida. É mais do que uma mão cheia de pessoas novas, de histórias que ainda não conhecíamos, de músicas que ainda não partilhámos. E quero mais. E vou ter. Já não falta muito para a acarinhar como uma casa; minha também. :)

10 outubro 2007

Radiohead - House of Cards


Picky
.

Acho que é esta a palavra. E não há nada a fazer.

03 outubro 2007


I was on your porch,
The smoke sank into my skin,
So I came inside to be with you,
We talked all night,
About everything you could imagine,
'Cause come the morning, I'll be gone,
And as our eyes start to close,
I turn to you and I let you know,
That I love you.
(...)
He grabs me by the shoulder and he tells me,
Whats left to lose? You've done enough,
And if you fail then you fail but not to us,
'Cause these last three years,
I know they have been hard,
But now it's time to get out of the desert and into the sun,
Even if it's alone.

The Format

A vontade era a de te abraçar, a de te dizer que tudo vai ficar bem. Mas sei que não vai e eu nunca aprendi a mentir-te. Descobri um pouco mais de ti agora. Conheço e sei de onde vêm as tuas histórias. Sei de que cores te vestes e o que te faz (ainda) sorrir. Não imagino sequer como se levanta a cabeça no not-so-happily ever after. Sei, no entanto, que mão que te apazigua. Sei a paz que não vais voltar a ter tão cedo e vejo cair sobre ti tudo o que te faz curvar.

Mas amo-te como se ama alguém que nos pertence de sangue e de alma. Amo-te de uma forma que não se diz nem se brada só por ser bonito. E estou aqui, já nem tão longe quanto isso. E tu sabe-lo, que eu sei.


Uma pessoa deixa passar tudo em vão, mas as coisas realmente tiveram o seu significado.

Ora portanto, estreei-me no belo do Sudoeste (putos, pó, putos e mais pó), que até foi benzinho. Claro que sou muito mais dada a concertos do que andar feita parva a rebolar pelo chão. Acho que cada um sabe de si, though. :)
Vi bandas que não veria assim à toa, porque nem devem voltar tão cedo a Portugal. Bom, muito bom. Tive pena de não ver o Sérgio, mas pronto, não se pode ter tudo.
No meio disto tudo, eu e a P. ainda fizemos uns amigos. LOL
Realmente... ele há com cada coisa. E acho que nunca mais vamos ter uns banhos tão... tão... alternativos, digamos assim.
"Olhe, desculpe, podíamos usar a sua mangueira?" :D

E para colmatar o Verão, como não podia deixar de ser, a querida Festa do Avante. A 8.ª, se não estou em erro. A música não foi tão boa este ano, confesso. Contudo, a magia permanece a mesma; assim como o facto de levar sempre gente nova todos os anos, ou de passar as noites de sexta sempre na mesma companhia ou de dançar a Carvalhesa cada vez com mais gente! (Nem comento os amoches que os miúdos agora acham que fica bem nos entretantos. Haja paciência.)


All in all, parece que tudo vale a pena.
Nem que seja só porque sim e também porque na volta a casa, vou cansada, mas feliz.
E haja JaVardo nas nossas vidas. :D

Filled with sweet scents of autumn blooms.


Gosto do Outono. Acho que nem é só gostar... tenho-lhe assim um amor imensurável. E sim, eu sei, é sempre bom ir para a praia, andar com pouca roupa, não achar o tempo deprimente, etc.; mas eu, euzinha, gosto do Outono. Acho que não há altura do ano em que o aconchego saiba melhor.

O Outono sempre foi sinónimo de regresso às aulas, acho que é isso.

Mas também é o vestir do casaco ao fim do dia, quando o fresquinho já incomoda. E o regresso das chávenas de chá com leite, das manhãs com menos claridade, do ânimo para um novo dia de trabalho, das saídas para sítios onde se possa dançar com menos mau cheiro e dos bocadinhos de praia, em silêncio, só com os pés descalços na areia. :D

Gosto do Outono, gosto mesmo.

21 setembro 2007

The Darkness - Growing on Me


Acho que mais estranho do que reatar com ex-namorados, é reatar com "ex-amigos". Que nunca chegam verdadeiramente a ser exs, daí que se consiga reatar. Se calhar, com os namorados passa-se o mesmo e nem nos damos conta. Eu devia, though. Já que tenho um doutoramento no assunto, quase.

Mas é estranho só nos primeiros instantes. Nas primeiras conversas, nas primeiras noitadas. Sobretudo porque vamos desfiando histórias, rotinas e pessoas que não fazem parte do que nos lembramos ser comum. Depois, é um bem-estar indescritível. O toque, os olhares, a cumplicidade e o riso.

Nada como nos darmos com gente que usa e abusa da espontaneidade. Gente a quem se diz "vamos?" e vamos mesmo. Seja onde e a que horas for. Gente que não perde muito tempo com coisas que não interessam muito.

Amigos, daqueles que sabem bem e que ainda nos fazem festinhas, só porque sim. Amigos que dormem connosco na mesma cama e que partilham mergulhos na piscina. Amigos que nos levam a passear e a quem damos mimos, que é como quem diz gelados e bolos.

Amigos, dos bons e sem dramas. :)

20 setembro 2007


Sinto-me em dívida.

Não sei bem porquê ou para com quem, mas sinto-me em dívida. É como uma espécie de compromisso, eu escrevo, tu lês e a sintonia acaba por ser perfeita. Assim, é do meu lado que têm saído mal as notas.

E tanta coisa que já escrevi na minha cabeça e sei que nunca vai passar para o ecrã. Dias com novas prioridades, dias com coisas diferentes.

24 agosto 2007

Desencanto



Tardou a chegar, mas [parece-me que] veio para ficar.

12 agosto 2007

Glen Hansard & Markéta Irglová - Falling Slowly


É uma sensação de perda. É achar que não devia estar aqui, que isto não é o lugar que me prometeram. Acho que é ver o mundo de cima, lá longe e em fast forward. É perceber que nada importa e que é tudo criado nas nossas cabeças e pela nossa imaginação. A ficção não ajuda... e a realidade não abunda.

Quero aqueles Outonos de volta. Quero aquele sorriso de ingenuidade.

27 julho 2007

Jorge Palma


Olá! Sempre apanhaste o tal comboio?

Eu já perdi dois ou três
entre o ócio e as esquinas
ganhei o vício da estrada
nesta outra encruzilhada
talvez agora a coisa dê
o passado foi à história
cá estamos nós outra vez

Conheço a tua cara, mas não sei o teu nome
eu escrevo já aqui, não sei o quê, arroba-ponto-com
vou-te reencontrar noutro bar de estação
ou talvez quando perder mais um avião
o barco vai de saída, tu estás tão bronzeada
é tão bom ver-te assim, ardente
tão queimada

Eu quero reencontrar-te noutra esquina qualquer
sem saber o teu nome ou se ainda és mulher
quero reconhecer-te e beber um café
dizer-te de onde venho e perguntar-te porquê
sorrir-te cá do fundo, subir os degraus
eu quero dar-te um beijo
a cinquenta e tal graus

(...)


Sempre apanhaste o tal comboio?
Eu já perdi dois ou três
entre o ócio e as esquinas
ganhei o vício da estrada
nesta outra encruzilhada
talvez agora a coisa dê
o passado foi à história
cá estamos nós outra vez
cá estamos nós outra vez



[Nunca fui propriamente fã do Jorge Palma... aprendi a gostar dele nas várias vezes que o vi ao vivo. Mas este álbum, e sobretudo esta música, mudam completamente o cenário. Aquela última frase, a esta altura do campeonato, é das que faz mais sentido.]

19 julho 2007

"Who the fuck's Arctic Monkeys?"


Esta moda nova de se passar os concertos a tirar fotos com o telemóvel só para se ter provas de que se esteve mesmo lá, ou a de fazer vídeos para pôr no youtube, ou a de fazer moche nas músicas que não têm nada a ver... hum... aborrece-me. Pergunto-me o que desfruta esta gente do concerto propriamente dito? Da música ao vivo?

Depois é assim que uma pessoa se torna elitista ou armada em mete-nojo. É assim que já não ponho os pés numa plateia com pouco espaço, é assim que prefiro o meu lugar nas bancadas, onde vejo bem e posso dançar à minha vontade. E nem tenho de cheirar o sovaco do miúdo ainda sem barba! Claro que é tudo próprio da idade (desculpam-nos as mães), mas então deve ser próprio da minha idade já não ter o mínimo de pachorra para gente parva e mal educada. E bem sei que isto não se aplica exclusivamente aos menores, mas ontem estavam - claramente - em maioria.

Nevertheless, (L) do tamanho de uma coisa grande para os meus macacos preferidos!
E não sei se já disse, mas cá para mim estas são das melhores frases deste último álbum.

And do me a favour, and ask if you need some help!
She said, do me a favour and stop flattering yourself!
How to tear apart the ties that bind, perhaps fuck off might be too kind,
perhaps fuck off might be too kind.